Esperantina - PI, sábado, 17 de abril de 2021

Participe da Semana Santa em Esperantina: veja a programação

Por Clenilton Gomes em 26/03/2021 às 07:19

A Semana Santa é a “Semana Maior” onde os cristãos celebram a Paixão, a Morte e a ressurreição de Jesus Cristo. Ela se inicia no Domingo de Ramos e termina no domingo de Páscoa.

Confira abaixo a programação completa da Semana Santa 2021 da Paróquia de Nossa Senhora da Boa Esperança:

28/03: DOMINGOS DE RAMOS, NA PAIXÃO DO SENHOR

  • 7h – Santa Missa
  • 10h – Santa Missa
  • 17h – Santa Missa
  • 19h – Santa Missa

29/03: SEGUNDA – FEIRA

  • 19h – Terços das setes dores de Nossa Senhora
    Resp. Grupo do Divino Espírito Santo e Pastoral Familiar

30/03: TERÇA – FEIRA

  • Missa do Crisma na Catedral de Parnaíba
    19h – Novena Perpetua e Adoração ao Santíssimo Sacramento
    Resp. Devotos e Devotas de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro

31/03: QUARTA – FEIRA

  • 19h – Oração do Santo Rosário diante do Santíssimo Sacramento
    Resp. Terço dos Homens e Movimento Mãe Rainha

01/04: QUINTA – FEIRA – MISSA DA CEIA DO SENHOR

  • 17h – Missa da Ceia do Senhor, Instituição da Eucaristia e do Sacerdócio
    Após a Santa Missa Adoração ao Santíssimo Sacramento
    Resp. Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão e Grupo das Mães que Oram pelos Filhos
  • 21h – Recolhimento do Santíssimo

02/04: SEXTA – FEIRA – CELEBRAÇÃO DA PAIXÃO DO SENHOR – DIA DE JEJUM E ABSTINÊNCIA

  • 15h – Celebração da Paixão
    Resp. Apostolado da Oração e Terço dos Homens

03/04: SÁBADO (DIA DO SILÊNCIO)

  • 19h – Vigila Pascal
    Benção: Água e Círio da Família
    Resp. Pastoral da Juventude e Shalon

04/04: DOMINGO DA RESSUREIÇÃO

  • 7h –Santa Missa
  • 8h – Batizados
  • 10h – Santa Missa
  • 17h – Santa Missa
  • 19h – Santa Missa

– A SEMANA SANTA SERÁ TODA TRANSMITIDA PELO YOUTUBE E FACEBOOK DA PARÓQUIA


Saiba mais sobre a Semana Santa

DOMINGO DE RAMOS
O Domingo de Ramos abre, por excelência, a Semana Santa, pois celebra a entrada triunfal de Jesus Cristo, em Jerusalém, poucos dias antes de sofrer a Paixão, a Morte e a Ressurreição. No Domingo de Ramos, da Paixão do Senhor, a Igreja entra no mistério do seu Senhor crucificado, sepulto e ressuscitado, o qual, ao entrar em Jerusalém, preanunciou a sua majestade. Os cristãos levam ramos em sinal do régio triunfo, que, sucumbindo na cruz, Cristo alcançou.

SEGUNDA-FEIRA SANTA
Neste dia, proclama-se, durante a Missa, o Evangelho segundo São João. Seis dias antes da Páscoa, Jesus chega a Betânia para fazer a última visita aos amigos de toda a vida. Está cada vez mais próximo o desenlace da crise. “Ela guardava este perfume para a minha sepultura” (cf. João 12,7); Jesus já havia anunciado que Sua hora havia chegado.

TERÇA-FEIRA SANTA
A mensagem central deste dia passa pela Última Ceia. Estamos na hora crucial de Jesus. Cristo sente, na entrega, que faz a “glorificação de Deus”, ainda que encontre, no caminho, a covardia e o desamor. No Evangelho, há uma antecipação da Quinta-feira Santa. Jesus anuncia a traição de Judas e as fraquezas de Pedro.

QUARTA-FEIRA SANTA
Em muitas paróquias realiza-se a famosa “Procissão do Encontro” na Quarta-feira Santa. Os homens saem, de uma igreja ou local determinado, com a imagem de Nosso Senhor dos Passos; as mulheres saem de outro ponto com Nossa Senhora das Dores. Acontece, então, o doloroso encontro entre a Mãe e o Filho. Se proclama o célebre “Sermão das Sete Palavras”, fazendo uma reflexão, que chama os fiéis à conversão e à penitência.

O SAGRADO TRÍDUO PASCAL
O Sagrado Tríduo Pascal da Paixão e Ressurreição do Senhor se nos apresenta como o ponto culminante de todo o ano litúrgico. Aquela preeminência que tem na semana o ‘dia do Senhor’ ou domingo, tem-na no ano litúrgico a solenidade da Páscoa”. Os três dias formam uma só celebração, que resume todo o mistério da Páscoa. Por isso, nas celebrações da quinta-feira à noite e da sexta-feira à tarde não se dá a bênção final; ela só será dada, solenemente, no final da Vigília Pascal.

QUINTA-FEIRA SANTA: MISSA DA CEIA DO SENHOR
Nesta Missa, que se celebra na tarde da Quinta-feira Santa, a Igreja dá início ao Sagrado Tríduo Pascal e propõe-se comemorar aquela última ceia na qual o Senhor Jesus, na noite em que ia ser entregue, tendo amado até ao fim os seus que estavam no mundo, ofereceu a Deus Pai o seu Corpo e Sangue sob as espécies ao pão e do vinho, e os entregou aos Apóstolos para que os tomassem, e lhes mandou, a eles e aos seus sucessores no sacerdócio, que os oferecessem também.
Nesta Missa, faz-se, portanto, memória: da instituição da Eucaristia, memorial da Páscoa do Senhor, na qual se perpetua no meio de nós, através dos sinais sacramentais, o sacrifício da nova Lei; da instituição do sacerdócio, pelo qual se perpetua no mundo a missão e o sacrifício de Cristo; e também da caridade com que o Senhor nos amou até à morte.

SEXTA-FEIRA SANTA: CELEBRAÇÃO DA PAIXÃO DO SENHOR
A tarde da Sexta-feira Santa apresenta o drama incomensurável da morte de Cristo no Calvário. A cruz, erguida sobre o mundo, segue de pé como sinal de salvação e esperança. Com a Paixão de Jesus, segundo o Evangelho de João, contemplamos o mistério do Crucificado, com o coração do discípulo Amado, da Mãe, do soldado que o transpassou o lado. Há um ato simbólico muito expressivo e próprio deste dia: a adoração da Santa Cruz, momento em que esta é apresentada solenemente à comunidade.
Além disso, observe-se religiosamente o jejum pascal na Sexta-feira da Paixão do Senhor, o qual se deve guardar em toda a parte, e, conforme as circunstâncias, estenda-se também ao Sábado Santo, para que todos, com elevação e largueza de espírito, cheguem às alegrias do domingo da Ressurreição.

SÁBADO SANTO: DIA DO SILÊNCIO
O Sábado Santo não é um dia vazio, em que “nada acontece”. Nem uma duplicação da Sexta-feira Santa. A grande lição é esta: Cristo está no sepulcro, desceu à mansão dos mortos, ao mais profundo que pode ir uma pessoa. O próprio Jesus está calado. Ele, que é Verbo, a Palavra, está calado. Depois de Seu último grito na cruz – “Por que me abandonaste?” –, Ele cala no sepulcro agora. Descanse: “tudo está consumado!”.

SOLENE VIGÍLIA PASCAL
Segundo antiquíssima tradição, esta noite deve ser comemorada em honra do Senhor, e a Vigília que nela se celebra, em memória da noite santa em que Cristo ressuscitou, deve considerar-se “a mãe de todas as santas Vigílias”. Pois, nela, a Igreja mantém-se de vigia à espera da Ressurreição do Senhor, e celebra-a com os sacramentos da Iniciação cristã e tradicionalmente os cristãos levam velas para renovarem suas promessas batismais.
A Solene Vigília começa fora da Igreja com a benção do Fogo Novo, onde o Círio Pascal é aceso e entra solenemente na Igreja, sob a luz de velas se canta a Proclamação da Pascoa, onde se anuncia a Ressurreição de Jesus Cristo. As leituras e Salmos são proclamados. Canta-se solenemente o “Glória”. Após o Glória e a Proclamação do Evangelho há a Liturgia Batismal, onde se abençoa a água e se realiza batismos. No final da missa, recebe-se finalmente a benção final e aguarda-se através da grande Vigília Pascal, o amanhecer do Domingo para celebrar em grande festa, a Páscoa do Senhor.

DOMINGO DA RESSUREIÇÃO
É o dia santo mais importante da religião cristã. Depois de morrer crucificado, o corpo de Jesus foi sepultado, ali permaneceu até a ressurreição, quando seu espírito e seu corpo foram reunificados. Páscoa significa a passagem da escravidão para a liberdade. A presença de Jesus ressuscitado não é uma alucinação dos Apóstolos. Quando dizemos “Cristo vive” não estamos usando um modo de falar, como pensam alguns, para dizer que vive somente em nossa lembrança, mas estamos proclamando solenemente que Cristo verdadeiramente ressuscitou dos mortos.

Pe. Jeremias e Diác. Estevão

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